De mentirinha, é claro! Não teve véu e grinalda, mas um charmoso vestido branco com óculos de bolinhas preto e branco. Um tapete vermelho de plástico e um buquê de rosas brancas. Um padre excêntrico e madrinhas e padrinhos caracterizados nos anos 60. A Mari não estava disposta a ser minha dama, mas o noivo estava lá... Nervoso e sorridente.
Ontem foi a despedida do Marcelo da Renner de Joinville. A fim de homenageá-lo, mas sem perder o bom humor, os funcionários da loja promoveram um casamento especial. Mais desejo meu do que do noivo, mas o que vale é a brincadeira! Ao som de músicas dançantes todos nós adentramos a pequena sala para recepcioná-lo. Após a cerimônia, ao som do Elvis na música My Way um vídeo com melhores momentos da loja nesse um ano e quatro meses que passou...
“E agora que o final está próximo... Então eu encaro a cortina final... Meu amigo vou dizer claramente... Vou relatar meu caso, tenha certeza... Eu vivi uma vida que foi cheia... Viajei por cada uma e por todas as estradas... E mais, mais que isso... Eu fiz do meu jeito...
Arrependimentos tenho poucos... Mas então, de novo... Pouco demais para mencionar... Fiz o que tinha de fazer... E fui até o fim, sem exceção... Planejei cada curso projetado... Cada passo cuidadoso do percurso... Oh, e mais, muito mais que isso... Eu fiz do meu jeito...”
São aqueles momentos difíceis de dizer adeus que se misturam a lágrimas e risadas, mas que deixam em nossos corações a certeza do dever cumprido. Assim como para quem fica, a saudade aperta, para nós, que precisamos partir, também somos surpreendidos por sensações de saudade. Foi uma despedida perfeita para um pedacinho de vida que aqui se encerra, mas que continuará presente nas nossas lembranças.
Ontem um ciclo se fechou... Mais um na nossa caminhada pela Renner. O meu noivo, ontem mesmo, sem noite de núpcias foi para Curitiba iniciar sua nova jornada. Eu ainda estou em Joinville resolvendo os trâmites finais da mudança. Tudo acontece muito rápido por aqui... Sempre foi desse jeito... Para o Marcelo o novo ciclo já começou... Logo logo para mim... Mas como já dizia o Elvis:
“... Enfrentei tudo e me mantive no alto... E fiz do meu jeito... Eu amei, ri e chorei... Tive as minhas falhas, minha parte perdida... E agora as lágrimas cessaram... E acho tudo tão incrível... Pensar que fiz tudo isso... E posso dizer sem me acanhar... Oh não, eu não... Eu fiz do meu jeito...”
Bjus!!!
quarta-feira, 15 de junho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
#adorocinema
Chegamos ao shopping onde o Marcelo trabalho, o Joinville Garten, por volta das 19h30min e não fomos pegos de surpresa. A fila do cinema era gigantesca, a maioria casais, é claro! Ainda bem que inventaram aquelas máquinas com pagamentos expressos no cartão. Ficamos na fila um pouco mais de 5min. Não conseguimos um lugar ótimo, mas, pelo menos, nos livramos de ficar nas primeiras filas.
Eu já tinha até convencido o Marcelo a ver um filminho água com açúcar, um romance bem propício a ocasião. Porém, aqui em Joinville a gente não tem muita escolha, não estava passando nada desse gênero. Então optamos por uma comédia: SE BEBER NÃO CASE II (The Hangover part 2).
A continuação trás no elenco o mesmo grupo de atores: Phil (Bradley Cooper), Stu (Ed Helms), Alan (Zach Galifianakis), Doug (Justin Bartha) e mais um novo participante o jovem Teddy (Mason Lee). O filme se passa numa ilha da Tailândia na qual se dará a cerimônia de casamento de Stu com a irmã de Teddy a Lauren (Jamie Chung).
O filme segue a mesma história do primeiro. Mesmo Stu não querendo uma despedida de solteiro, com medo da última viagem a Las Vegas, acorda junto com seus parceiros Phil e Alan perdidos num apartamento de Bangkok sem saber o que viveram na noite anterior. Mesmo seguindo a mesma linha do primeiro, dessa vez as piadas são mais apimentadas e com mais apelo sexual.
Foi uma ótima pedida para poder dar boas risadas. A sessão estava lotada e até presentinho nós ganhamos na entrada do cinema. Após o filme fomos jantar num barzinho aqui de Joinville, rodeados de balões de coração... Tudo dentro do clima romântico que o dia pede.
Na verdade, não importa se você saiu ou ficou em casa. Se você curtiu um cineminha, um jantar romântico ou ficou embaixo do seu cobertor em casa. São todas ótimas opções para estar com quem se ama. E amar é o principal nessa história toda...
Bjus... Boa semana!
Eu já tinha até convencido o Marcelo a ver um filminho água com açúcar, um romance bem propício a ocasião. Porém, aqui em Joinville a gente não tem muita escolha, não estava passando nada desse gênero. Então optamos por uma comédia: SE BEBER NÃO CASE II (The Hangover part 2).
A continuação trás no elenco o mesmo grupo de atores: Phil (Bradley Cooper), Stu (Ed Helms), Alan (Zach Galifianakis), Doug (Justin Bartha) e mais um novo participante o jovem Teddy (Mason Lee). O filme se passa numa ilha da Tailândia na qual se dará a cerimônia de casamento de Stu com a irmã de Teddy a Lauren (Jamie Chung).
O filme segue a mesma história do primeiro. Mesmo Stu não querendo uma despedida de solteiro, com medo da última viagem a Las Vegas, acorda junto com seus parceiros Phil e Alan perdidos num apartamento de Bangkok sem saber o que viveram na noite anterior. Mesmo seguindo a mesma linha do primeiro, dessa vez as piadas são mais apimentadas e com mais apelo sexual.
Foi uma ótima pedida para poder dar boas risadas. A sessão estava lotada e até presentinho nós ganhamos na entrada do cinema. Após o filme fomos jantar num barzinho aqui de Joinville, rodeados de balões de coração... Tudo dentro do clima romântico que o dia pede.
Na verdade, não importa se você saiu ou ficou em casa. Se você curtiu um cineminha, um jantar romântico ou ficou embaixo do seu cobertor em casa. São todas ótimas opções para estar com quem se ama. E amar é o principal nessa história toda...
Bjus... Boa semana!
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Dia dos Namorados = Eduardo e Mônica
Ontem na saída da escola da Mari pegamos uma trânsito bem atípico de Joinville. Minha mãe me perguntou se o motivo não era por ser quarta feira, “dia do sofá”. Eu não me agüentei e soltei uma risada dizendo pra ela: - E ainda tem dia do sofá hoje em dia mãe? Acho que ultimamente todo dia é dia. A moda não é o namoramento?
Já faz algum tempo que deixei de ser somente a namorada, mas acho que as coisas andam um pouco diferentes. Na verdade, já discuti isso aqui no Blog, a minha intenção hoje é incentivar o dia dos namorados que está se aproximando. Esse ano é no domingo, um dia difícil para cair na gandaia, mas uma ótima oportunidade para sair da rotina.
Os namoros dessa geração podem estar modificados, mas tem coisas que nunca mudam. No dia 12 agora, se sair para comemorar, vá preparado para pegar aquela fila gigantesca no cinema e se não tiver reserva em algum restaurante, se prepare para jantar quase no dia 13. São programinhas típicos de todo casal. Todo mundo pensa na mesma coisa: No escurinho do cinema e uma bela refeição. E, é claro saborear a sobremesa no motel. Essa aí é outra fila certa que você vai enfrentar.
E quando falo em comemorar não to dizendo só os recém casais apaixonados, mas todos aqueles que têm um par. Eu, por exemplo já dispensei o presente, mas faço questão do programinha á dois. Nada melhor que poder namorar! E, por falar em reviver velhos programas, a VIVO esse ano lançou uma campanha do dia dos namorados fazendo um vídeo da música Eduardo e Mônica da saudosa Legião Urbana. Uma emoção especial para a geração de trintões, assim como eu e uma deliciosa viagem no tempo de uma música, ou melhor, de uma banda que fez história no país. O vídeo vai dando forma as estrofes da música e Eduardo e Mônica ganham rosto e movimentos. Uma sacada da operadora que resolveu celebrar o dia dos namorados através de um casal antigo que viveu sonhos e correu atrás das mesmas coisas que um casal atual também corre: AMOR!
“Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer e conversaram muito pra tentar se conhecer...”
Porque o AMOR não sai de moda nunca. Pode até ser banalizado algumas vezes, mas, lá no fundo, todo mundo está à procura de alguém que complete sua alma. E o Dia dos Namorados é um desses dias em que se pode celebrar sem pudores, sem ressalvas, sem inibições. Dizem que o AMOR deveria ser celebrado todos os dias... Ser alimentado e cultivado a cada amanhecer. É verdade! O AMOR precisa ser regado, mas nada melhor que ter um dia especial para podermos respirá-lo sem interrupções, sem compromissos, sem atrasos. Como já dizia Renato Russo:
“Quem um dia irá dizer que não existe razão nas coisas feitas pelo coração¿ E quem irá dizer que não existe razão!”
Bjus...
Olha aí o vídeo Eduardo e Mônica:
Já faz algum tempo que deixei de ser somente a namorada, mas acho que as coisas andam um pouco diferentes. Na verdade, já discuti isso aqui no Blog, a minha intenção hoje é incentivar o dia dos namorados que está se aproximando. Esse ano é no domingo, um dia difícil para cair na gandaia, mas uma ótima oportunidade para sair da rotina.
Os namoros dessa geração podem estar modificados, mas tem coisas que nunca mudam. No dia 12 agora, se sair para comemorar, vá preparado para pegar aquela fila gigantesca no cinema e se não tiver reserva em algum restaurante, se prepare para jantar quase no dia 13. São programinhas típicos de todo casal. Todo mundo pensa na mesma coisa: No escurinho do cinema e uma bela refeição. E, é claro saborear a sobremesa no motel. Essa aí é outra fila certa que você vai enfrentar.
E quando falo em comemorar não to dizendo só os recém casais apaixonados, mas todos aqueles que têm um par. Eu, por exemplo já dispensei o presente, mas faço questão do programinha á dois. Nada melhor que poder namorar! E, por falar em reviver velhos programas, a VIVO esse ano lançou uma campanha do dia dos namorados fazendo um vídeo da música Eduardo e Mônica da saudosa Legião Urbana. Uma emoção especial para a geração de trintões, assim como eu e uma deliciosa viagem no tempo de uma música, ou melhor, de uma banda que fez história no país. O vídeo vai dando forma as estrofes da música e Eduardo e Mônica ganham rosto e movimentos. Uma sacada da operadora que resolveu celebrar o dia dos namorados através de um casal antigo que viveu sonhos e correu atrás das mesmas coisas que um casal atual também corre: AMOR!
“Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer e conversaram muito pra tentar se conhecer...”
Porque o AMOR não sai de moda nunca. Pode até ser banalizado algumas vezes, mas, lá no fundo, todo mundo está à procura de alguém que complete sua alma. E o Dia dos Namorados é um desses dias em que se pode celebrar sem pudores, sem ressalvas, sem inibições. Dizem que o AMOR deveria ser celebrado todos os dias... Ser alimentado e cultivado a cada amanhecer. É verdade! O AMOR precisa ser regado, mas nada melhor que ter um dia especial para podermos respirá-lo sem interrupções, sem compromissos, sem atrasos. Como já dizia Renato Russo:
“Quem um dia irá dizer que não existe razão nas coisas feitas pelo coração¿ E quem irá dizer que não existe razão!”
Bjus...
Olha aí o vídeo Eduardo e Mônica:
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Cigana - Curitiba - Parte VI
Dessa vez foi bem rápido. Depois de hum ano e quatro meses estamos dando adeus para Joinville e nos preparando para a nossa nova aventura: CURITIBA! Logo que eu soube das novas decisões, confesso ter ficado um pouco surpresa. Não imaginava que deixaríamos Joinville tão rápido e veria a Mari mais uma vez trocar a escola e os amigos.
Mas, por outro lado, o fato de podermos ir para um lugar mais estruturado me deixou feliz também. Já conheço Curitiba, já passei ótimos momentos ao lado do meu irmão que morou quase quatro anos lá. Não sou uma especialista ainda na cidade, mas já estou ciente de muitas coisas que vou encontrar. Sem falar, que a minha melhor lembrança dessa terra, a mais prazerosa e inesquecível é que foi em Curitiba, num frio mês de abril que vi meu sobrinho e afilhado Bernardo nascer. Foi lá que ganhei de presente mais um amor na minha vida.
Adoro pensar no fato de estar rodeada de parques e lugares junto à natureza para poder estar com a Mari, visto que aqui em Joinville não existe essas coisas. Sem falar, é claro na imensidão de opções de restaurantes, lojas e tudo mais que podemos usufruir de uma grande metrópole. Lá em Curitiba eu tenho família, amigos e muitos conhecidos. Isso tudo reunido já é um grande facilitador de boas vindas!
Porém, nem tudo são flores, eu sei! Já estava acostumada com a vida tranqüila e fácil de Joinville. De poder ir a muitos lugares em pouco tempo, de dirigir sem muito trânsito e de andar pelas ruas sem medo de ser assaltada. Daquele arzinho de interior que, de algum modo, nos proporciona muita qualidade de vida.
Outro pequeno detalhe muito lembrado de quem fala comigo e como bem lembrou o meu irmão, lá em Curitiba até os mais bravos gaúchos como nós acostumados com o frio, nos curvamos ao inverno dos paranaenses. Já estou me preparando para reforçar o guarda roupa porque desde São Paulo não sei mais o que é frio!
Como já falei muitas vezes, não adianta lamentar as mudanças. Elas acontecem para transformar a nossa vida em algo melhor. Aqui em casa estamos felizes em poder desbravar outra terra. Tristes em deixar os breves vínculos que construímos. Mas faz parte do negócio! Faz parte dessa vida que escolhemos viver.
Agora, aqui em Joinville estou no processo das despedidas. A minha mãe chegou para me ajudar a desmontar a casa; já cancelei atividades e continuo avisando os amigos. É impossível o coração não ficar apertado. É impossível não sentir aquela pitadinha de tristeza toda vez que alguém olha no meu olho e diz: Vou sentir a tua falta! Então, só quero dizer para vocês, meus amigos aqui de Joinville, que também sentirei a falta de vocês. De cada um... De cada um que me deixou entrar na sua vida, nas suas relações, nos seus projetos. A minha única certeza agora é que não estaremos mais convivendo diariamente, mas estaremos ligados para sempre de coração.
Para Joinville agradeço a hospedagem; a segurança; a tranqüilidade; as padarias; a proximidade da praia e tantas outras coisas que podemos descobrir dessas bandas. Fomos muito felizes aqui... Agora seremos muito felizes lá... Curitiba que nos aguarde!
Bjus... Até próximas novidades!
Mas, por outro lado, o fato de podermos ir para um lugar mais estruturado me deixou feliz também. Já conheço Curitiba, já passei ótimos momentos ao lado do meu irmão que morou quase quatro anos lá. Não sou uma especialista ainda na cidade, mas já estou ciente de muitas coisas que vou encontrar. Sem falar, que a minha melhor lembrança dessa terra, a mais prazerosa e inesquecível é que foi em Curitiba, num frio mês de abril que vi meu sobrinho e afilhado Bernardo nascer. Foi lá que ganhei de presente mais um amor na minha vida.
Adoro pensar no fato de estar rodeada de parques e lugares junto à natureza para poder estar com a Mari, visto que aqui em Joinville não existe essas coisas. Sem falar, é claro na imensidão de opções de restaurantes, lojas e tudo mais que podemos usufruir de uma grande metrópole. Lá em Curitiba eu tenho família, amigos e muitos conhecidos. Isso tudo reunido já é um grande facilitador de boas vindas!
Porém, nem tudo são flores, eu sei! Já estava acostumada com a vida tranqüila e fácil de Joinville. De poder ir a muitos lugares em pouco tempo, de dirigir sem muito trânsito e de andar pelas ruas sem medo de ser assaltada. Daquele arzinho de interior que, de algum modo, nos proporciona muita qualidade de vida.
Outro pequeno detalhe muito lembrado de quem fala comigo e como bem lembrou o meu irmão, lá em Curitiba até os mais bravos gaúchos como nós acostumados com o frio, nos curvamos ao inverno dos paranaenses. Já estou me preparando para reforçar o guarda roupa porque desde São Paulo não sei mais o que é frio!
Como já falei muitas vezes, não adianta lamentar as mudanças. Elas acontecem para transformar a nossa vida em algo melhor. Aqui em casa estamos felizes em poder desbravar outra terra. Tristes em deixar os breves vínculos que construímos. Mas faz parte do negócio! Faz parte dessa vida que escolhemos viver.
Agora, aqui em Joinville estou no processo das despedidas. A minha mãe chegou para me ajudar a desmontar a casa; já cancelei atividades e continuo avisando os amigos. É impossível o coração não ficar apertado. É impossível não sentir aquela pitadinha de tristeza toda vez que alguém olha no meu olho e diz: Vou sentir a tua falta! Então, só quero dizer para vocês, meus amigos aqui de Joinville, que também sentirei a falta de vocês. De cada um... De cada um que me deixou entrar na sua vida, nas suas relações, nos seus projetos. A minha única certeza agora é que não estaremos mais convivendo diariamente, mas estaremos ligados para sempre de coração.
Para Joinville agradeço a hospedagem; a segurança; a tranqüilidade; as padarias; a proximidade da praia e tantas outras coisas que podemos descobrir dessas bandas. Fomos muito felizes aqui... Agora seremos muito felizes lá... Curitiba que nos aguarde!
Bjus... Até próximas novidades!
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Quer Comemorar?
Eu gosto de comemorar... Nem que seja por um simples motivo. Assim como é fácil encontrarmos algo para reclamar, também é rapidíssimo encontrarmos uma situação para festejar. É muito melhor tentar enxergar o lado bom das coisas do que ficar remoendo as tristezas, você não acha?
Hoje faz um ano que eu voltei a dirigir... Que eu venci o meu medo e encarei o trânsito. Tá certo que o trânsito local de Joinville não é nada de outro mundo, mas já é alguma coisa. Já é a certeza que posso tentar dirigir em qualquer lugar.
Como passou rápido... Eu me torturei por mais de dez anos por não conseguir entrar num carro sem as pernas tremerem e parece que foi mais de uma década: Um século talvez! E agora 365 dias depois de superar, o tempo voou como se nem tivesse vivido tudo isso. Bendita mania que temos de sofrer todos os minutos e as coisas boas passarem num piscar de olhos.
O melhor de tudo é que hoje não lembro mais daqueles anos que ficaram pra trás com nostalgia ou com raiva de mim mesma. Eu dou risada... Dou risada do meu medo bobo que me acompanhou, mas que fez parte de mim e deu lugar a uma nova pessoa, pelo menos dentro do carro. Nele eu fico calma... Eu deixo a Juliana agitada em casa e, confiante da minha capacidade, eu giro por aí! Como é bom poder olhar para trás e ter o gostinho do dever cumprido. De ter ultrapassado um obstáculo e se entregado a uma realização.
Então comemoro isso... A minha conquista, a minha superação! Você pode comemorar comigo ou ficar queixando-se de algum problema. E os problemas fazem parte da vida... Mas, pelo menos agora que você deu essa pausa para passar por aqui, pense nas suas vitórias e conquistas. Os problemas não vão fugir infelizmente, mas você vai seguir a sua caminhada, pelo menos mais feliz... Nem que seja por mim!
Bjus!!
Hoje faz um ano que eu voltei a dirigir... Que eu venci o meu medo e encarei o trânsito. Tá certo que o trânsito local de Joinville não é nada de outro mundo, mas já é alguma coisa. Já é a certeza que posso tentar dirigir em qualquer lugar.
Como passou rápido... Eu me torturei por mais de dez anos por não conseguir entrar num carro sem as pernas tremerem e parece que foi mais de uma década: Um século talvez! E agora 365 dias depois de superar, o tempo voou como se nem tivesse vivido tudo isso. Bendita mania que temos de sofrer todos os minutos e as coisas boas passarem num piscar de olhos.
O melhor de tudo é que hoje não lembro mais daqueles anos que ficaram pra trás com nostalgia ou com raiva de mim mesma. Eu dou risada... Dou risada do meu medo bobo que me acompanhou, mas que fez parte de mim e deu lugar a uma nova pessoa, pelo menos dentro do carro. Nele eu fico calma... Eu deixo a Juliana agitada em casa e, confiante da minha capacidade, eu giro por aí! Como é bom poder olhar para trás e ter o gostinho do dever cumprido. De ter ultrapassado um obstáculo e se entregado a uma realização.
Então comemoro isso... A minha conquista, a minha superação! Você pode comemorar comigo ou ficar queixando-se de algum problema. E os problemas fazem parte da vida... Mas, pelo menos agora que você deu essa pausa para passar por aqui, pense nas suas vitórias e conquistas. Os problemas não vão fugir infelizmente, mas você vai seguir a sua caminhada, pelo menos mais feliz... Nem que seja por mim!
Bjus!!
sábado, 4 de junho de 2011
PLANO B
Eu sempre digo dos perigos de fazer planos. Acho que porque em toda minha vida sempre fui de fazer muitos... Desde pequena sempre tracei planos para a minha vida adulta... Sempre idealizei com um monte de coisas... E, até hoje, o plano A sempre é passado para trás... Sempre sou surpreendida com “planos B”.
Lembro-me como se fosse hoje dos meus sonhos de viajar para fora do país, fazer a faculdade de jornalismo e nunca casar. Nada aconteceu como eu pensei... Aos dezenove anos estava saindo da casa dos meus pais e indo morar junto com o meu namorado. Lá se foi o plano A... Não consegui viajar ainda, a faculdade foi trancada e virei mãe... Esse sim é um plano que deu certo. Sempre soube que seria mãe e que, lá pelos vinte sete ou vinte oito anos seria presenteada com um anjinho. Deu certo... Com vinte e sete anos dei a luz à Mari!
O perigo de fazer muitos planos é não conseguir cumpri-los. É nos sentir frustrados, magoados, enfraquecidos e derrotados. Porém, só seremos derrotados se desistirmos de outras possibilidades. Se diante de uma porta nova que se abre não dermos a ela credibilidade... Se ao invés de enxergar o lado bom dos acontecimentos inesperados só enxergarmos o lado ruim, as abdicações e as dificuldades.
Não me arrependo das minhas decisões. Não abandonei os sonhos do plano A, mas enxerguei no plano B uma chance de também ser feliz. As mudanças que aconteceram na minha vida me ensinaram a não mais dividir as coisas em A ou B... Aprendi a transformar o presente em prioridade. A ter ideais sim, mas não supervalorizá-los... Amanhã tudo pode estar ultrapassado dentro de mim.
O grande barato de aceitar o plano B é poder encará-lo como uma nova oportunidade. Uma nova oportunidade de sucesso! Acreditar que tudo que você escolheu para o seu destino faz parte de quem você se tornou e de quem ainda pode ser. O plano B não é a recompensa para um fracasso, mas uma chance igual de se realizar... Talvez não só naquilo que sempre sonhou, mas em outros aspectos que não acreditava ser possível.
Continue sonhando... Dê asas a sua imaginação e vá atrás das suas realizações. Não importa se tudo acontecer na primeira tentativa, na segunda, terceira, ou em quantas forem necessárias... Se acreditar em você, na sua força, na sua inteligência e no seu potencial, com certeza chegará onde quiser!
Bjus... Bom Final de Semana!
Lembro-me como se fosse hoje dos meus sonhos de viajar para fora do país, fazer a faculdade de jornalismo e nunca casar. Nada aconteceu como eu pensei... Aos dezenove anos estava saindo da casa dos meus pais e indo morar junto com o meu namorado. Lá se foi o plano A... Não consegui viajar ainda, a faculdade foi trancada e virei mãe... Esse sim é um plano que deu certo. Sempre soube que seria mãe e que, lá pelos vinte sete ou vinte oito anos seria presenteada com um anjinho. Deu certo... Com vinte e sete anos dei a luz à Mari!
O perigo de fazer muitos planos é não conseguir cumpri-los. É nos sentir frustrados, magoados, enfraquecidos e derrotados. Porém, só seremos derrotados se desistirmos de outras possibilidades. Se diante de uma porta nova que se abre não dermos a ela credibilidade... Se ao invés de enxergar o lado bom dos acontecimentos inesperados só enxergarmos o lado ruim, as abdicações e as dificuldades.
Não me arrependo das minhas decisões. Não abandonei os sonhos do plano A, mas enxerguei no plano B uma chance de também ser feliz. As mudanças que aconteceram na minha vida me ensinaram a não mais dividir as coisas em A ou B... Aprendi a transformar o presente em prioridade. A ter ideais sim, mas não supervalorizá-los... Amanhã tudo pode estar ultrapassado dentro de mim.
O grande barato de aceitar o plano B é poder encará-lo como uma nova oportunidade. Uma nova oportunidade de sucesso! Acreditar que tudo que você escolheu para o seu destino faz parte de quem você se tornou e de quem ainda pode ser. O plano B não é a recompensa para um fracasso, mas uma chance igual de se realizar... Talvez não só naquilo que sempre sonhou, mas em outros aspectos que não acreditava ser possível.
Continue sonhando... Dê asas a sua imaginação e vá atrás das suas realizações. Não importa se tudo acontecer na primeira tentativa, na segunda, terceira, ou em quantas forem necessárias... Se acreditar em você, na sua força, na sua inteligência e no seu potencial, com certeza chegará onde quiser!
Bjus... Bom Final de Semana!
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Desapegos
Eu e todo o resto do mundo temos a mania de guardar velharias. Em algum canto da nossa casa está escondido algum objeto, alguma peça de roupa ou alguma lembrança do passado que não temos coragem de jogar fora. Empilhamos em armários coisas que pressupomos voltar a usar ou utilizar um dia. Juntamos dinheiro na poupança para que, na velhice, quem sabe, possamos gastá-lo com atividades prazerosas. Mas quem disse que chegaremos a ser velhos?
Pior do que abarrotar guarda roupas é entulhar nossa alma com sentimentos antigos. Ficamos presos a sensações que já vivemos e não damos oportunidade para que o novo nos liberte. Acomodamo-nos e nos asseguramos de atitudes, desejos e soluções que um dia já foram importantes, mas que não tem lugar no presente.
É muito difícil praticar esse desapego. Abrir lugar para o desconhecido, se desfazer de tudo que um dia já fez nosso íntimo brilhar. Se abrir mão de objetos e pequenas relíquias já é complicado, imagine-se então abrindo mão de sentimentos... Não é fácil, mas uma atividade que deveríamos praticar diariamente.
Nosso apego por bens materiais e sentimentos do passado nos impede de viver plenamente. Freia-nos, nos cega diante de tantas novas possibilidades. Porque não podemos prever o dia de amanhã e nem lá adiante... Queremos que o futuro venha sorrindo e nos tornando felizes, mas não nos dão garantias... Somente um dia após o outro para construir o caminho... E nesse caminho há curvas, buracos... Pequenos ou grandes obstáculos que nos farão trocar a direção, adiar planos, modificá-los também... Se não estivermos desapegados de bens e de suspiros da alma nosso tombo poderá ser mais dolorido... Nosso percurso poderá não ter sentido.
É claro que guardar no coração boas lembranças e manter vivos os arrepios que nos trazem prazer é válido e diz muito de quem nos tornamos... Manter um dinheirinho guardado para alguma emergência também se faz necessário nessa vida sem avisos prévios... Só não podemos viver de passados e de futuros... Precisamos transformar o presente em uma luta saudável e acolhedora. Hoje precisamos construir valores que, quem sabe, no futuro também deixaremos para trás... O que importa é agora!
Este texto foi publicado dia 31/05/2011 na minha coluna COTIDIANO no portal http://www.dentrodobairro.com.br/.
Bjus!
Pior do que abarrotar guarda roupas é entulhar nossa alma com sentimentos antigos. Ficamos presos a sensações que já vivemos e não damos oportunidade para que o novo nos liberte. Acomodamo-nos e nos asseguramos de atitudes, desejos e soluções que um dia já foram importantes, mas que não tem lugar no presente.
É muito difícil praticar esse desapego. Abrir lugar para o desconhecido, se desfazer de tudo que um dia já fez nosso íntimo brilhar. Se abrir mão de objetos e pequenas relíquias já é complicado, imagine-se então abrindo mão de sentimentos... Não é fácil, mas uma atividade que deveríamos praticar diariamente.
Nosso apego por bens materiais e sentimentos do passado nos impede de viver plenamente. Freia-nos, nos cega diante de tantas novas possibilidades. Porque não podemos prever o dia de amanhã e nem lá adiante... Queremos que o futuro venha sorrindo e nos tornando felizes, mas não nos dão garantias... Somente um dia após o outro para construir o caminho... E nesse caminho há curvas, buracos... Pequenos ou grandes obstáculos que nos farão trocar a direção, adiar planos, modificá-los também... Se não estivermos desapegados de bens e de suspiros da alma nosso tombo poderá ser mais dolorido... Nosso percurso poderá não ter sentido.
É claro que guardar no coração boas lembranças e manter vivos os arrepios que nos trazem prazer é válido e diz muito de quem nos tornamos... Manter um dinheirinho guardado para alguma emergência também se faz necessário nessa vida sem avisos prévios... Só não podemos viver de passados e de futuros... Precisamos transformar o presente em uma luta saudável e acolhedora. Hoje precisamos construir valores que, quem sabe, no futuro também deixaremos para trás... O que importa é agora!
Este texto foi publicado dia 31/05/2011 na minha coluna COTIDIANO no portal http://www.dentrodobairro.com.br/.
Bjus!
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