Não há como não valorizar um passeio no parque num dia ensolarado; uma viagem com a família para a praia; uma festa com churrasco com os amigos. Não há como duvidar que todos esses eventos reabastecem a alma e recarregam as energias. Porém, em dias de chuva ou nos de sol também... Naqueles dias de intenso frio ou de incessante calor... Nada melhor também que praticar o NADISMO!
O esticar até mais tarde o sono na cama. O café da manhã na hora do almoço, o almoço no início da tarde. O abrir de boca constante no dia, o cochilo no sofá, o apertar consecutivo no controle remoto. Um filme despretencioso, uma pipoca doce, uma música calmante. Um banho para espantar a preguiça, um chocolate para despertar a alegria. Uma roupa frouxa, os cabelos soltos e a cara limpa.
Na verdade, o melhor do não fazer nada por um dia é livrar-se dos compromissos e das responsabilidades diárias. É esquecer do horário, da rotina, dos problemas e tudo mais que nos cerca. Se tiver fome, come... Se tiver sede, bebe... Se tiver sono, dorme... Se quiser sentar, deitar, rolar ou brincar... Tudo pode!
E acredite que há gente nesse mundo que se sinta culpada... O remorço do ócio. O se achar inútil, improdutivo, fútil até. Tudo bem que não estando de férias, o nadismo constante pode ser sinal de alguma doença mais grave. O "entocar-se" constantemente não é saudável para o corpo e nem para a mente, mas esporadicamente, não há nada de errado deixar de produzir.
Bem pelo contrário eu poderia dizer. O nadismo bem executado, áquele que você permite-se aproveitar a solidão e a sua própria introspecção, pode desencadear respostas e novos caminhos; pode libertar o choro, acalmar o coração, desencadear a saudade, explodir todas as emoções. Tudo bem que nem sempre poderemos praticar o nadismo sozinhos. Há os filhos, os companheiros e todas as outras pessoas que fazem parte das nossas vidas. Seria talvez uma boa hora para dedicar-se á família, para juntos aconchegarem-se no sofá e repartirem uma conversa.
O papo de hoje é de repente uma tentativa minha especialmente de procurar o interior. Não é um culto á solidão, mas uma ressalva de que mesmo alegres e sorridentes precisamos entender o silêncio. A palavra é importante e o compartilhamento de momentos é fundamental para crescermos e agregarmos valores, porém, não há como doar e receber energia sem entender-se primeiro.
Estar só não significa estar triste, bem como escancarar sorrisos não é sinônimo de alegria plena. Talvez o nadismo de vez em quando nos permita ser o que podemos ser naquele momento. Sem regras, sem exigências, sem extravagâncias. Enfim, nada também é bom!
domingo, 30 de setembro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Controlando o Tempo
É difícil esperar pelo tempo... É complicado acreditar que tudo tem sua hora certa para acontecer, mas quando acontece todas as dúvidas e questionamentos ganham explicação. O sol radiante depois de uma tremenda tempestade tem todo o valor do mundo e apaga todo o cansaço da espera. A gente nem lembra que viveu tristezas. O gostinho da felicidade é tão doce que preenche toda a alma.
Talvez essa sensação de vitória esteja também relacionada com as fases que passamos na vida. Os momentos que se modificam; as prioridades que se alteram; a maturidade alcançada. Se dividirmos nossa vida em décadas perceberemos essas transformações. Até os 10 anos estamos descobrindo o mundo; Dos 10 aos 20 nos achamos melhores que todos e partimos para ser livres; Dos 20 aos 30 começamos a lutar pelos nosso sonhos; Batalhar, sofre, amar, chorar e sorrir. Dos 30 aos 40, e só posso falar até essa fase porque é nela que me encontro, começamos a colher os frutos da jornada. Os filhos, as realizações, os desejos.
Não sei ainda o que acontecerá na próxima década, mas posso dizer que viver todas as fases com clareza ajuda a entender os percalços e as conquistas da vida. Quando deixamos de ser meninos e ganhamos um pouco de experiência aprendemos a ter menos dúvidas e mais certezas. Passamos a enxergar nas dificuldades da vida o ensinamento que tanto nos dizem ter. E a saborear as alegrias com muito mais fervor.
Algumas vezes podemos até nos sentir mais cansados, mais duros e mais descrentes, porém, começamos a viver somente o que realmente importa para nós. Relevamos mais, perdoamos mais, remoemos os problemas menos. Ou tentamos mais, pelo menos. Valorizamos mais o simples e aprendemos a curtir cada minuto do dia com mais entusiasmo.
Toda essa história é para dizer que o meu momento, depois de muitas turbulências, começou acalmar... A tomar o rumo que eu gostaria... Essa sensação de controle dos sentimentos e de sonhos tomando forma, muito mais que aquecer o meu coração me impulsionam a querer mais. A bater o pé nas minhas convicções, a lutar por tudo que eu acredito ser melhor para mim e para quem eu amo.
Essa maturidade tanto desejada nos passar de fases aos poucos me dá paciência para entender o tempo. Para controlar a ansiedade e desfrutar do hoje. Para continuar projetando o futuro sem esquecer de tudo que posso colher agora para usufruir depois. É claro que vez ou outra o tempo parece parar devido tanta vontade que temos de acelerá-lo, todavia existe sempre o outro dia para nos deixar mais calmos.
Talvez essa sensação de vitória esteja também relacionada com as fases que passamos na vida. Os momentos que se modificam; as prioridades que se alteram; a maturidade alcançada. Se dividirmos nossa vida em décadas perceberemos essas transformações. Até os 10 anos estamos descobrindo o mundo; Dos 10 aos 20 nos achamos melhores que todos e partimos para ser livres; Dos 20 aos 30 começamos a lutar pelos nosso sonhos; Batalhar, sofre, amar, chorar e sorrir. Dos 30 aos 40, e só posso falar até essa fase porque é nela que me encontro, começamos a colher os frutos da jornada. Os filhos, as realizações, os desejos.
Não sei ainda o que acontecerá na próxima década, mas posso dizer que viver todas as fases com clareza ajuda a entender os percalços e as conquistas da vida. Quando deixamos de ser meninos e ganhamos um pouco de experiência aprendemos a ter menos dúvidas e mais certezas. Passamos a enxergar nas dificuldades da vida o ensinamento que tanto nos dizem ter. E a saborear as alegrias com muito mais fervor.
Algumas vezes podemos até nos sentir mais cansados, mais duros e mais descrentes, porém, começamos a viver somente o que realmente importa para nós. Relevamos mais, perdoamos mais, remoemos os problemas menos. Ou tentamos mais, pelo menos. Valorizamos mais o simples e aprendemos a curtir cada minuto do dia com mais entusiasmo.
Toda essa história é para dizer que o meu momento, depois de muitas turbulências, começou acalmar... A tomar o rumo que eu gostaria... Essa sensação de controle dos sentimentos e de sonhos tomando forma, muito mais que aquecer o meu coração me impulsionam a querer mais. A bater o pé nas minhas convicções, a lutar por tudo que eu acredito ser melhor para mim e para quem eu amo.
Essa maturidade tanto desejada nos passar de fases aos poucos me dá paciência para entender o tempo. Para controlar a ansiedade e desfrutar do hoje. Para continuar projetando o futuro sem esquecer de tudo que posso colher agora para usufruir depois. É claro que vez ou outra o tempo parece parar devido tanta vontade que temos de acelerá-lo, todavia existe sempre o outro dia para nos deixar mais calmos.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Larvas
Estava eu e
o Marcelo num bar alternando papos com mordidas de um suculento hambúrguer quando
pintou a conversa sobre maturidade. Na verdade, tudo começou quando nós dois,
já cansados, depois de uma semana intensa analisando e decidindo novos projetos
lembramo-nos de quanto era bom e fácil ser adolescente e ainda assim
reclamávamos.
Trouxemos à
tona as lembranças de quando morríamos porque precisávamos estudar para
uma prova ou quando nossos pais nos negavam alguma coisa ou alguma balada.
Quando a nossa única responsabilidade era acordar cedo para ir á escola e
pensar no que faríamos no vestibular.
Tudo bem que
decidir tão novo o que se fará pela vida inteira não é tão fácil assim, mas
quando crescemos, não só de corpo, mas de cabeça descobrimos que podemos ser
muito mais do que planejamos na adolescência e que sonhos podem ser
modificados, alterados, melhorados, ajeitados e quantos mais “ados” forem
necessários.
É claro que
a vida adulta tem seus encantos. É maravilhoso ser independente e ter muitas
questões resolvidas dentro da cabeça. Porque nada mais chato que ter as dúvidas
existenciais do adolescer. Nada melhor que sentir-se confiante e amado. Tem
gente que mesmo depois da experiência ainda procura tudo isso, mas aprendeu
também que a vida aos poucos se incrementa.
Já no carro,
voltando para casa, quase duas horas da madrugada, com saudade da disposição da
juventude ouvimos no rádio uma música que fechou com “chave de ouro” toda a nossa conversa. Aquela música que tocava no rádio, lá pela meia noite, quando já
deitados chorávamos por um amor não correspondido. Foi impossível não segurar a gargalhada e soltar
um suspiro de nostalgia. A saudade de uma fase única que passa tão rápida e
deixa marcas eternas.
E é assim
mesmo que a vida se apresenta para todos nós. Cheia de fases e momentos
diferentes que nos transformam. Vivemos o passado, o presente e aguardamos o futuro,
como diria Raul Seixas, em constante “metamorfose ambulante”. A inocência dá
lugar a maturidade e quando rimos da nossa ingenuidade do passado, lembramos que
precisamos do tempo para seguir em frente. De repente, deixamos para trás um
pouco de toda alegria sem medida que tínhamos ás custas de um
crescimento e de uma responsabilidade exigida pela sociedade... Porém, podemos
dar espaço a essa criança que insiste em rodear os nossos dias. Não precisamos
voltar a usar fraldas, mas podemos pedir colos e sorrisos. A vida madura só tem
sentido se trouxermos para ela as coisas boas das fases passadas. Se depois de larvas nos transformarmos em felizes borboletas!
Segue um vídeo de uma música que embalava a minha madrugada...
Bjus!!!
Bjus!!!
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Uma pilha de potes no meu caminho...
Imagina um
supermercado com suas pilhas de alimentos no meio dos corredores ornando o seu
interior. Com isso em mente pensa numa pilha de potes de queijo parmesão ralado
entre o setor de frutas e verduras e as carnes. Agora me visualiza empurrando
um carrinho pesado tentando fazer a curva em volta dessa pilha. Sabe dominó
quando você empurra uma peça e todas as outras caem junto? Foi assim mesmo que
aconteceu ontem comigo no supermercado... Um estrago nos potes de queijo
ralado... E o barulho? Todos os olhos do recinto pairavam sobre mim e foi
impossível não me sentir a ré da vez.
Um
funcionário muito simpático correu para me ajudar e me tranquilizou: - A
senhora não se preocupe que eu arrumo tudo, essas coisas acontecem! Pronto, meu
herói do momento! Coloquei alguns potes no lugar, empinei o corpo e continuei
as compras como se nada tivesse acontecido.
Somente mais
um desastre de supermercado igual quando você tira uma laranja do lugar e
outras 2, 4 ou 6 saem rolando pelo chão. Ou quando atropelamos o calcanhar de
alguém com o carrinho; ou quando sujamos os dedos pegando um iogurte com a
tampa violada, ou a água sanitária que não está bem fechada ou o previsível
saco furado de açúcar. Mais trágico que a minha pilha destruída de queijo
ralado, seja talvez deixar cair um vidro de conserva de azeitona, ou pepino, ou geleia
e provocar aquela sujeira no corredor.
Pior de repente
do que todas essas enrascadas seja a hora do caixa. O valor descomunal que
aquela minúscula tela insiste em nos mostrar. Porém, nada se compara com o trabalho
cansativo e repetitivo que uma simples ida ao supermercado proporciona:
- Arrumar uma vaga que não seja para idosos.
Desculpa-me os mais experientes, mas me parece que todo o estacionamento virou
prioritário;
- Encontrar
um carrinho que não faça muito barulho e que deslize pelos corredores sem
travar;
- E o início
da saga: Tirar os produtos da prateleira... Colocá-los dentro do carrinho...
Tirá-los do carrinho... Colocá-los na esteira do caixa... Colocá-los na
sacola... Colocar as sacolas de volta para o carrinho... Tirá-las do carrinho e
colocá-las no porta-malas... Tirá-las do porta-malas e colocá-las no chão da
cozinha... Tiras os produtos da sacola e finalmente guardá-los nos armários e
geladeira.
Ufa, que
trabalheira! Meu pai, muito cômodo diria que seria mais fácil fazer as compras
pela internet, visto que muitos supermercados já oferecem esse serviço. Com
certeza seria mais prático, mas perderíamos a oportunidade de socializar; de sair
na rua; de degustar amostrinhas; de escolher frutas frescas; de pegar uma
promoção relâmpago; de comprar sempre mais o que tem na lista; de enfrentar uma
fila; de esbarrar com alguém conhecido; de deixar o carro para lavar no
estacionamento do “super”; de destruir pilhas de potes e tal.
Eu confesso
que gosto de ir ao supermercado, porém sei de todo o caos que ele me
proporciona também. Os pequenos incidentes como o meu ontem são normais. Ainda mais
eu tão acostumada a cometer gafes. Tudo bem sou o retrato completo da mulher
que cuida de tudo e de todos. A supermãe, esposa e gerente do lar. E ainda há
quem diga que eu não faço nada. E isso
que a pilha de potes destruída é apenas um aperitivo de todas as dificuldades
que o trabalho de casa proporciona. Quer tentar?
Bjus!!!
sábado, 11 de agosto de 2012
Não é Super Herói, mas me ensinou a voar...
Hoje uma
amiga postou em uma rede social coisas que lembravam seu pai que já partiu.
Fiquei emocionada lendo atitudes tão simples praticadas por eles. Evidentemente
lembrei-me do meu pai, o seu Dudu, e de mais um dia dos pais que vai faltar
aquele abraço. Tudo bem, ele sabe o quanto o meu pensamento e todo o meu amor vão
preencher o seu coração amanhã e em todos os outros dias do ano.
Meu pai
nunca foi àquele cara muito social. De levar para a praça, para o parque ou
para a praia. Não me lembro de férias ao seu lado, mas lembro da sua presença
em momentos cruciais da minha vida. Quando me mandava levar o cheque na secretaria
para pagar a escola; Quando ficava sentado no carro ao meu lado esperando a
hora do sinal bater; Quando esquecia eu e a minha mãe na porta do supermercado
porque seguia direto para casa; Quando me dizia que não precisava de outra
boneca ou quando me perguntava se o tênis novo era para a escola.
Ele não me
deixava dormir aos sábados até tarde porque precisava aproveitar o dia; Fazia
cara feia se não sentássemos os quatro ao redor da mesa para compartilhar uma
refeição. Gostava de receber as minhas cartas e os meus cafunés. Não entendia
porque eu limpava seus beijos babados e porque minha voz tão fina e minhas
danças tão extravagantes preenchiam a casa. Ele me ensinou a dirigir e a não
dirigir; a fazer comida; bater um prego na parede e a importância de uma cola,
fita e "durepox" na rotina de uma casa.
Meu pai não
gostava de festas e badalações. Nos meus aniversários estava sempre lá, mas sua
enxaqueca também. Não conseguiu me tornar colorada, mas me ensinou a gostar de
futebol. Ele não me levava para tomar sorvete, porém me ensinou quase tudo
sobre a vida. Aprendi com ele a ser forte e independente; corajosa e
opiniática. Ele me deu desde pequena o maior presente: A confiança!
Com meu pai
eu aprendi a não deixar nada para depois e a quebrar a cuca para resolver um problema
e que muita coisa pode ter concerto. Com ele eu aprendi que educação é a melhor
herança para se deixar para os filhos e que família é algo sério e complicado.
Eu aprendi
com o meu pai que ser mulher é ser especial e que o meu irmão deve ser sempre o
meu maior parceiro. Que o dinheiro vem e vai e que as dores e as doenças só são
maiores que nós quando não a enfrentamos. Eu aprendi com ele que o tempo nos
transforma... Que a vida pode nos mostrar milagres e que a sorte anda sempre ao meu lado.
Hoje, mesmo
já sendo uma mulher feita e madura, ainda sinto-me a princesinha do papai.
Enxergo nos seus olhos a sua admiração e o orgulho por quem me transformei.
Somos muito parecidos e diferentes. Temos alguns trijeitos e algumas mesmas
manias. Temos pensamentos conflituosos e visões opostas de alguns assuntos.
Porém, não posso negar que corre nas minhas veias esse poder que somente ele
tem de me deixar segura e acreditar em mim mais que eu mesma...
Feliz dia
dos pais a todos esses caras que se dedicam a construir filhos fortes e
corajosos... Um beijo especial para o meu pai... AMO-TE HORRORES!!!!
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
FIREWORK
Fui ver esse
final de semana, á pedido da Mari, o documentário sobre a última turnê da
cantora Katy Perry. Ela que é o
sonho das adolescentes e das menininhas iguais a minha, me fez sair do cinema
com uma palavrinha em mente: “FIREWORK”!
Não posso
negar que curto as músicas dela e toda a alegria que ela irradia. Talvez a Mari
seja encantada pelo festival de cores, perucas e roupas exuberantes que ela
desfila em shows e clipes, mas, é incontestável a sua grande percepção pelo
diferente que pode dar certo.
Essa música
em particular, “FIREWORK”, me encanta
porque ela diz que podemos ser o nosso próprio fogo de artifício. Naqueles
momentos em que nada acontece, ou que a nossa vida não parece ter o rumo que
gostaríamos, a Katy diz: “Você sabe que
ainda tem uma chance para você? Porque há uma faísca em você... Você só tem que
acendê-la e deixá-la brilhar... Porque baby, você é um fogo de artifício... Vá
em frente, mostre o que você vale...”
É aquela velha
história de que motivação é algo intrínseco, de dentro para fora. Muitas coisas
ao seu redor podem lhe motivar e incentivar a andar para frente, porém, está
dentro de nós o velho estopim, tanto comentado por mim aqui mesmo nesse diário
virtual.
“Baby, você é um fogo de artifício...
Vamos, deixe suas cores explodirem... Você não tem que se sentir como um
desperdício de espaço... Você é original, não pode ser substituído... Se você
soubesse o que o futuro guarda... Depois de um furacão vem um arco íris...”
Algumas
tempestades podem durar mais tempo do que parecemos aguentar, todavia não será para
sempre que as tormentas estarão nos nossos calos. Vive-se na sombra para
encontrar a luz... A lágrima que escorre sobre a pele no momento de dificuldade
é a armadura para todos os próximos sorrisos. Diante milhares de portas que
podem estar fechadas sempre terá uma aberta. De repente está nela a sua
felicidade. Está nela a sua chance de acender o pavio e estourar o seu fogo.
Encontre nas
pessoas ao seu redor alavancas para sentir-se aquecido, mas não dependa somente
delas para estourar. Mais uma vez... Seja seu próprio fogo de artifício...
Encontre em si a coragem e a força para ser você mesmo!
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Caminhos Pontilhados
Tem dias que eu não sei se acredito mais no destino ou nas ações do homem. Se todos tem uma sina ou se somos capazes de empurrar para frente nossos sonhos.
De vez em quando eu e todo o resto do mundo talvez parece carregar um fado. Não importa o quanto de sacrifícios e novos caminhos eu procure, volto sempre ao ponto de partida. Traço planos ou esqueço-me deles; Crio expectativas ou administro-as. De uma maneira ou outra tudo aquilo que eu acho ser o melhor anda para trás ao invés de progredir.
Há quem diga que somente Deus é capaz de decidir o que é bom ou ruim para a nossa vida. Eu acredito, mas, as vezes, para chegar no melhor é necessário experimentar outros caminhos.
É como se durante toda a vida devêssemos ser ou ter apenas uma escolha. Seja um amor, um trabalho ou um problema. Algo que nos persegue, que nos trasforma em especialistas e que, mesmo cômodo, também sufoca e exige mudança.
Parece-me vez e outra que entro numa tenda colorida num parque de diversões e me deparo com uma cigana pedindo para ler a minha mão. Nas linhas da palma ela vê a minha saga. E em todas as sinuosas curvas que a minha mão desenha aparece sempre o mesmo sonho, porém também sempre a mesma realidade que o contraria.
Será que uma bola de cristal, cartas de tarô, búzios e médiuns seriam capazes de decifrar o meu futuro? De encaixar os meus pensamentos com as possibilidades do momento e transformar os meus desejos em ações concretas? Talvez todos esses artifícios possam me iludir ou me empurrar para o meu objetivo, mas, por mais que eu lute contra os desejos de Deus e a s vontades do universo, não há dúvida que está dentro de mim todo o poder capaz de transformar o meu destino.
Está no poder do meu cérebro e nas batidas do meu coração a vontade de ser maior que qualquer sina. Que qualquer resposta negativa e qualquer pessoa que diga que eu não sou capaz. Os contratempos da vida são pegadinhas desse tal destino. Um teste para a nossa força. Não a certeza absoluta, mas a possibilidade de fazer escolhas certas.
Não é fácil tornar-se esse ser equilibrado e cheio de segurança. Há momentos que o choro e a queda são inevitáveis. Aqueles dias que dão vontade de desistir... De erguer a bandeira branca e pedir para recomeçar. De repente o recomeçar não seja iniciar do zero, mas colocar os pensamentos no lugar. Não perder a esperança, a fé nas pessoas e no poder de algo superior. Acreditar em si e contar um pouquinho com a sorte. Ter a consciência que o destino está traçado com linhas pontilhadas. Linhas capazes de trilhar novos rumos. Um dia de cada vez... Um passo depois do outro... O hoje é mais importante que o amanhã... Assim deveria ser!
Bjus!!!
De vez em quando eu e todo o resto do mundo talvez parece carregar um fado. Não importa o quanto de sacrifícios e novos caminhos eu procure, volto sempre ao ponto de partida. Traço planos ou esqueço-me deles; Crio expectativas ou administro-as. De uma maneira ou outra tudo aquilo que eu acho ser o melhor anda para trás ao invés de progredir.
Há quem diga que somente Deus é capaz de decidir o que é bom ou ruim para a nossa vida. Eu acredito, mas, as vezes, para chegar no melhor é necessário experimentar outros caminhos.
É como se durante toda a vida devêssemos ser ou ter apenas uma escolha. Seja um amor, um trabalho ou um problema. Algo que nos persegue, que nos trasforma em especialistas e que, mesmo cômodo, também sufoca e exige mudança.
Parece-me vez e outra que entro numa tenda colorida num parque de diversões e me deparo com uma cigana pedindo para ler a minha mão. Nas linhas da palma ela vê a minha saga. E em todas as sinuosas curvas que a minha mão desenha aparece sempre o mesmo sonho, porém também sempre a mesma realidade que o contraria.
Será que uma bola de cristal, cartas de tarô, búzios e médiuns seriam capazes de decifrar o meu futuro? De encaixar os meus pensamentos com as possibilidades do momento e transformar os meus desejos em ações concretas? Talvez todos esses artifícios possam me iludir ou me empurrar para o meu objetivo, mas, por mais que eu lute contra os desejos de Deus e a s vontades do universo, não há dúvida que está dentro de mim todo o poder capaz de transformar o meu destino.
Está no poder do meu cérebro e nas batidas do meu coração a vontade de ser maior que qualquer sina. Que qualquer resposta negativa e qualquer pessoa que diga que eu não sou capaz. Os contratempos da vida são pegadinhas desse tal destino. Um teste para a nossa força. Não a certeza absoluta, mas a possibilidade de fazer escolhas certas.
Não é fácil tornar-se esse ser equilibrado e cheio de segurança. Há momentos que o choro e a queda são inevitáveis. Aqueles dias que dão vontade de desistir... De erguer a bandeira branca e pedir para recomeçar. De repente o recomeçar não seja iniciar do zero, mas colocar os pensamentos no lugar. Não perder a esperança, a fé nas pessoas e no poder de algo superior. Acreditar em si e contar um pouquinho com a sorte. Ter a consciência que o destino está traçado com linhas pontilhadas. Linhas capazes de trilhar novos rumos. Um dia de cada vez... Um passo depois do outro... O hoje é mais importante que o amanhã... Assim deveria ser!
Bjus!!!
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